Como criar um ambiente de inovação nos negócios?

Inovação. Essa palavra virou um dos termos mais discutidos e reproduzidos no mundo dos negócios, algo que todas as empresas buscam e querem alcançar. Mas, apesar de extremamente famosa, existe muita dificuldade em reproduzi-la, em grande parte porque o mundo empresarial não é feito para isso. Então, como criar um ambiente de inovação nos negócios?

Quebrando os paradigmas

Imagine que um funcionário tem uma ideia inovadora. Agora, pense como se dá esse processo dentro de uma empresa, especialmente as maiores. Para que ela dê certo e que a ideia se transforme em inovação, é preciso que muitas coisas deem certo.

Primeiramente, o colaborador precisa ter espaço para expor a sua ideia. Muitas empresas não criam esse ambiente em que o funcionário pode falar, compartilhar os seus pensamentos, sugestões e críticas.

Porém, é preciso entender que inovação vem de todos os lugares e a empresa precisa dar espaço para isso.

Além disso, os líderes e gestores precisam ter humildade e capacidade de reconhecer as boas ideias. Ainda existe um apreço forte pela hierarquia, e os gestores limitam a capacidade de “pensar” dos funcionários. Pior do que isso, é preciso convencer a diretoria de que essa ideia vale a pena.

Em uma grande empresa isso é muito difícil, pois existe mais burocracia, mais hierarquia e geralmente, menos espaço para inovação. Então, como criar esse ambiente?

É simples. Basta implementar a ciência da felicidade.

O que é a ciência da felicidade?

A ciência da felicidade, especialmente no mundo empresarial, se resume em liderança positiva. Ou seja, focar em pontos positivos do funcionário, trazendo reconhecimento pelo seu trabalho a cada dia. Isso não significa negligenciar os erros, que precisam ser gerenciados, mas colocar os acertos em um ponto de foco.

Essa ideia de psicologia positiva surge de uma mudança de paradigma em todos os aspectos dessa disciplina. Por exemplo, ao consultar uma terapeuta, qual é a primeira pergunta que ela faz? “O que há de errado?”; “Quais os problemas que você procura corrigir?” ou alguma variação disso.

No trabalho, isso funciona da mesma forma. O foco muitas vezes é no erro dos profissionais, nas suas falhas, negligenciando um pouco os seus acertos. Como é possível então ser inovador em um ambiente onde o enfoque são os erros? Qual é o incentivo para arriscar e lançar uma ideia, se um acerto passa despercebido e um erro será ampliado?

A ciência da felicidade e a inovação

É aí então que entra a união de ambos os pontos. A ciência da felicidade é um ótimo ponto de partida para a inovação. Ao aplicá-la, o que muda do cenário descrito acima?

Um profissional que vê um ambiente em que seus esforços são recompensados e suas fraquezas não são punidas tem muito mais motivação para inovar. Ele se sente mais confortável em expor a sua ideia, contribuir para o todo e compartilhar opiniões francas, pois sabe que se ela der certo, ele terá o mérito e se não der, ainda terá mesmo assim, pois ele tentou inovar e isso já é uma grande vitória.

Uma parte das empresas, mesmo ainda hoje, trabalham em um modelo de gestão que busca limitar e enquadrar os colaboradores na sua função. Já outra parte busca aplicar a ciência da felicidade e a liderança positiva para criar um ambiente em que eles possam arriscar e se sintam motivados a isso. Qual você acha que inova mais? Qual das duas é a que tem mais chance de sucesso?

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