Você sabia que felicidade e sucesso empresarial podem caminhar juntos?

Há algumas décadas trabalhar era sinônimo de sobrevivência, de ganha-pão e apenas disso. Não se pensava em autorrealização, em alcançar o sucesso ou em ser extremamente feliz fazendo aquilo que dava, de fato, prazer. Era pura e simplesmente uma questão de necessidade e isso trouxe uma série de consequências desastrosas para a saúde mental e física de inúmeros profissionais.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país mais deprimido e ansioso de toda a América Latina. Também pudera! Segundo uma pesquisa realizada pela Love Mondays, o brasileiro é o povo menos satisfeito com o trabalho, especialmente por possuir uma das piores condições trabalhistas, ficando atrás, até mesmo, do México.

E como seria possível reverter esse quadro? Qual seria a forma de atrelar a felicidade ao mundo corporativo? Entenda mais a seguir!

Por que você trabalha?

Mesmo que o principal motivo das pessoas trabalharem já não seja exclusivamente por questões financeiras, ainda é latente e intrínseca na vida de cada um que o dinheiro é a principal moeda de troca para conseguir alguns privilégios na vida, como saúde e educação de qualidade.

Por essa razão, pensar em trabalhar para ser feliz – e, principalmente, ser feliz dentro do segmento empresarial – pode parecer uma simples utopia. No entanto, isso não se trata apenas de um sonho distante, mas sim, de uma realidade que está cada vez mais perto. E o primeiro passo para começar a exercê-la é fazer a si mesmo alguns questionamentos fundamentais.

– “Tenho me sentido realizado (a) ao ir trabalhar ou me sinto arrastando mais um dia?”

– “Eu posso ser feliz com o meu trabalho?”

– “Se não estou feliz, o que posso fazer para mudar?”

– “É a função que exerço ou o ambiente em que estou trabalhando que me causa mal estar?”

Fazer essa análise inicial é um divisor de águas para iniciar a transformação, tendo em mente que é preciso identificar onde está o problema para começar, realmente, a entender quais são as estratégias que podem ser estabelecidas a fim de realizar uma mudança efetiva.

Para se ter uma ideia, um estudo publicado no livro “É possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”, de Fredy Machado, aponta que cerca de 90% das pessoas são infelizes em seus trabalhos, mas apenas 64,24% gostariam de fazer algo para mudar a situação. Você se encaixa nessa porcentagem? Responda para si mesmo.

Trabalhar para ter x trabalhar para ser

O principal questionamento, em especial dentro do mercado empresarial, está em se perguntar se você trabalha para ter ou para ser. E essa, senhoras e senhores, não precisa ser uma escolha que, automaticamente, excluirá a outra possibilidade.

É possível encontrar um equilíbrio na balança e unir tanto uma profissão rentável quanto a satisfação profissional, basta chegar a um denominador comum em que ambos os itens estejam em uma medida favorável, entendendo que é preciso, sim, lucrar, mas que também é fundamental ter flexibilidade, tempo de qualidade com a família e, acima de tudo, se dedicar também à sua vida pessoal.

Mas, e quanto à carreira? Bem, ela também seguirá seu curso, mesmo que você precise se reinventar do dia para a noite. Esse, inclusive, é o caso de Martha Stewart. Apaixonada por culinária gourmet e cozinha, ela trabalhou como corretora de ações de Wall Street, até que decidiu transformar seu amor em uma atividade lucrativa, criando a Martha Stewart Living Omnimedia. A empresa chegou a ser avaliada em U$ 400 milhões e, se antes ela vendia ações, depois foi a dela que valia uma fortuna!

O mesmo aconteceu com Jonah Peretti. O professor de informática do ensino fundamental usou sua paixão pelo universo digital para se misturar entre os engravatados e encontrar a felicidade por lá. Com isso, ele criou o site viral Buzzfeed e o The Huffington Post. Ambos foram avaliados em U$ 850 milhões e U$ 315 milhões, respectivamente.

Qual é a sua desculpa?

E você? Qual a sua desculpa para não transformar a sua carreira em uma fonte genuína de felicidade, auto realização e satisfação? Será que está na hora de levar um empurrãozinho?

Palestrante, mágico e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, onde leciona sobre a ciência da felicidade e bem-estar, Renner Silva é especialista no assunto e mostra que o ato de ser feliz pode ser desenvolvido e aprendido, desde que o sujeito esteja disposto a isso.

Com sua palestra “A Fórmula Mágica do Sucesso”, assistida por mais de um milhão de pessoas, e outras consultorias e imersões realizadas tanto com pessoas físicas quanto com empresas, Renner mostra que felicidade dá lucro e que ainda pode trazer um aumento de produtividade surpreendente para diversos setores.

Que tal colocar em prática agora mesmo?

Por que garantir motivação e felicidade é um desafio constante das empresas?

Um funcionário feliz e motivado é um funcionário produtivo. Apesar de isso parecer bem evidente agora, durante muito tempo não era assim que a empresa via seus colaboradores. O medo era um grande motivador que, além de ser muito ineficiente, contribui para uma péssima qualidade de vida dos profissionais. Não é fácil mudar este mindset, mas garantir o bem-estar dos funcionários é um dos desafios constantes para qualquer empresa.

A importância da felicidade no trabalho

Quantas horas uma pessoa passa no trabalho? Pelo menos 8, na maioria dos casos? Isso é um terço do seu dia, o que significa um terço da sua vida. Imagina passar este tempo infeliz.

O problema é que ser infeliz no trabalho não é difícil, nem incomum. O estresse, a preocupação com os resultados, a sensação de não ter apoio da liderança, além de todas as delicadas relações interpessoais, são ingredientes que podem resultar em um ambiente bem desanimador.

Agora, imagine como isso afeta a produtividade do funcionário? É muito difícil trabalhar nestas condições.

O poder de um colaborador feliz

Um colaborador feliz, para começar, tem muito menos vontade ou necessidade de sair do emprego. O ambiente hostil, com uma rotina maçante, uma carga horária exagerada e uma liderança ruim, são alguns dos maiores contribuidores para a alta rotatividade.

O que todos eles têm em comum? Envolvem a busca pela felicidade. Isso é algo que todos buscamos, em cada aspecto da nossa vida. No trabalho, não é diferente.

Não é à toa que as maiores empresas do mundo investem muito na qualidade de vida de seus funcionários. Benefícios como plano de saúde e diversos outros, são ótimos, mas sessões de spa, espaços para descanso e inúmeras ações que seriam impensáveis, tem um gigante impacto na felicidade e qualidade de vida do funcionário. Consequentemente, sua produtividade é muito maior.

Como encontrar a felicidade no trabalho?

Encontrar a felicidade nas empresas é um desafio tão grande e tão constante principalmente porque ela é tão difícil de definir. O conceito de felicidade é bem pessoal e subjetivo, podendo variar para cada um.

É claro que alguns pontos são comuns a todos. Ninguém gosta de estresse e todo mundo precisa ter uma boa noite de sono, por exemplo. Mas, especialmente em relação aos objetivos e a forma de tratamento, a felicidade pode variar bastante.

Por isso, o papel dos líderes não é fácil. Por exemplo, estabelecer um happy hour para uma confraternização com os funcionários é uma excelente ideia! Mas, nenhuma ideia é para todo mundo. Pode existir aquele colaborador que está doido para ir para casa e passar um tempo com a família.

É apenas cada um que pode dizer o que é felicidade para si. Por isso, o líder que quer implementar a felicidade na sua empresa precisa ter uma habilidade muito importante, que não é tão fácil de encontrar: ouvir.

O que você acha? Você concorda que um profissional feliz trabalha muito melhor e que a liderança precisa colocá-lo na melhor posição para ter sucesso? Se quiser aprender mais sobre a ciência da felicidade e como ela pode influenciar o trabalho, e toda a vida, conheça o nosso site.

De que forma a felicidade no trabalho impacta na gestão das organizações?

Cada vez mais, o setor de Recursos Humanos (RH) e toda a gestão de uma empresa estão se preocupando com o bem-estar e a felicidade dos seus funcionários. E isso não é uma mera empatia ou preocupação amigável. A infelicidade e insatisfação dos colaboradores podem, sim, influenciar no sucesso dos negócios e na evolução de uma empresa.

Isso porque diversos estudos sobre gestão de pessoas e de empresas mostram que funcionários felizes trabalham melhor, são mais saudáveis, produtivos, resilientes e dedicados à empresa. Na maioria dos casos, doam-se mais e procuram vestir a camisa para que a empresa alcance seus objetivos.

Segundo pesquisa publicada no Journal Of Applied Psychology, os colaboradores satisfeitos e felizes no ambiente de trabalho são mais propensos a ajudar os outros, são mais cooperativos e felizes com o resultado de suas atividades. Além desse dado, outro também aponta a importância desse estado de espírito para os colaboradores: 88% deles acreditam ser imprescindível ter felicidade no trabalho aliado a uma atmosfera positiva na vida pessoal.

É importante ressaltar que a felicidade no ambiente de trabalho nem sempre tem o mesmo significado para todos os colaboradores. Atualmente, a maioria das empresas emprega pessoas de diferentes faixas etárias, o que demanda iniciativas e posicionamentos diferentes para proporcionar esse bem-estar. A análise pessoal de cada funcionário é a forma ideal para isso.

Como proporcionar felicidade no trabalho?

Apesar de as empresas já terem noções de que um local feliz, com pessoas felizes, gera mais resultados, tratar sobre esse assunto em um ambiente que muitas vezes parece hostil e estressante, ainda é um tabu. Muitas empresas se perguntam, como vou deixar meus funcionários felizes? Aumentando salário? Proporcionando outros benefícios financeiros?

Muitas se esquecem de que o dinheiro não é a única e a principal forma de reconhecer um talento ou aquele funcionário que se dedica pela empresa. Para garantir essa satisfação geral, é preciso aprimorar a cultura organizacional, ter um clima positivo no ambiente e oferecer salários e benefícios atrativos.

Em primeiro lugar, o funcionário precisa sentir-se conectado de alguma maneira com os objetivos e propósitos da empresa. É bastante comum que um profissional seja contratado e sequer tenha contato com o conjunto básico de missão, visão e valores da empresa. Dessa forma, o início já está errado, impedindo uma identificação imediata para nortear as ações do funcionário e gerar empatia.

Outro aspecto da cultura organizacional da empresa que faz toda a diferença para a satisfação dos colaboradores é ter características que acompanhem a modernidade do mercado de trabalho, como ferramentas intuitivas e um bom suporte para as tarefas, além da possibilidade de trabalhar de casa (home office).

Outro ponto importante, que cabe aos gerentes e líderes, é o feedback. Ele é essencial para que o funcionário tenha um retorno sobre o seu desempenho e tenha conhecimento sobre o que a empresa espera dele. Nesse feedback, elogios devem ser priorizados e as críticas expostas como direcionamentos. Também é necessário mostrar ao colaborador como ele é importante para o funcionamento e crescimento da empresa.

O reconhecimento também é necessário, seja por um bom desempenho ou por outros motivos positivos. Aumento de salário, ascensão de cargo, presentes, reconhecimento público entre outras opções podem ser colocadas em prática para isso. Afinal, esforço sem reconhecimento ninguém quer!

Cultura da felicidade: saiba por que você deve valorizar isso na sua empresa

A cultura da felicidade é um conceito que deve ser aplicado em todas as áreas da nossa vida. Ela pode ser útil tanto individualmente, quanto nos negócios e nas relações sociais. Se você tem uma empresa, saiba que a cultura da felicidade pode te ajudar a ter mais produtividade, lucro e outros benefícios. Veja como isso é possível!

O que é a Cultura da Felicidade?

A cultura da felicidade nada mais é do que um ambiente de trabalho coeso e que leve em conta o bem-estar de seus funcionários. Muita gente ignora esta questão, mas ter este tipo de ambiente deveria ser uma das principais prioridades dentro de uma empresa.

Por meio da aplicação deste conceito é possível fazer com que os funcionários realmente se identifiquem com a empresa. Como consequência, há um maior engajamento que traz melhores resultados além de satisfação para todos os que trabalham na organização. Outro benefício é ter os objetivos claros, tanto em relação às expectativas dos funcionários, quanto a seu papel dentro da empresa.

Para que isso aconteça é fundamental que todos os trabalhadores dentro da companhia façam parte de uma cultura positiva. Afinal, como é possível construir isso na organização?

Como a Cultura da Felicidade pode ser aplicada na empresa?

Uma das melhores formas de aplicar esta cultura dentro da empresa é ter uma organização forte. Para isso, cada pessoa deve ter consciência do seu papel e importância dentro dos negócios. Isso faz com que o trabalhador tenha mais foco e autoestima. A autoestima, por sua vez, faz com que o colaborador se sinta importante e isso faz com que ele se torne mais criativo e produtivo.

Para desenvolver a autoestima dos colaboradores é importante conhecê-los bem. Por isso, a empresa deve ter reuniões constantes para entender as expectativas destes funcionários. É importante entender como eles se sentem dentro da empresa e quais são as necessidades que eles gostariam de ver atendidas. As expectativas dos trabalhadores devem estar bem alinhadas com as políticas e estratégias da empresa.

É importante também que a empresa tenha bons gestores que estejam atentos às suas áreas de influência. Os gestores são peças fundamentais para promoverem uma cultura de felicidade. Para isso, precisam ser bons líderes e passarem segurança para seus funcionários. Eles também podem, junto com o RH, promover espaços para que possam conhecer melhor os trabalhadores.

Quais são os benefícios da cultura da felicidade para a empresa?

Entre os benefícios da cultura da felicidade está o aumento de produtividade. E isso pode ocorrer em todos os setores da companhia. Isso acontece porque quando o funcionário se sente bem no espaço ele trabalha melhor e com mais engajamento.

Nas empresas em que a cultura da felicidade é presente também há menos afastamentos por doenças. Isso pode ser explicado porque quando uma pessoa se sente satisfeita em sua vida profissional seu organismo adoece menos. O bem-estar é benéfico ao corpo e isso é comprovado pela ciência, já que o estresse causa inúmeras doenças

Além disso, quando o funcionário está bem, isso se traduz em mais comprometimento e lealdade. Essas características certamente se refletem no trabalho e em resultados positivos para a empresa. Para saber mais sobre este assunto e seus benefícios, acesse nosso site!

Você sabia que você tem o poder de escolher entre felicidade e sofrimento?

Ao longo da vida, passamos por situações desafiadoras que nos fazem questionar se a felicidade e o sofrimento realmente são questão de escolha. São muitos obstáculos, frustrações, coisas que saem do roteiro planejado.

É muito importante entender essas flutuações da vida como oportunidades de aprendizado. Esta é a verdadeira chave do bem viver. Quando enxergamos as coisas por essa perspectiva, nos tornamos gratos até mesmo pelo sofrimento e pelas situações adversas, pois de uma maneira ou de outra eles vêm para desenvolver o melhor em nós.

Alguém realmente escolhe sofrer?

Em um primeiro momento, pode parecer extremamente estranho ou irracional dizer que as pessoas escolhem sofrer. Imediatamente surge a indagação: “Quem opta por sentir coisas ruins e passar por momentos de dor?”.

No entanto, é necessário entender que, mesmo que em geral, nenhuma pessoa escolha sofrer pela via consciente, a maioria de nós opta por passar por esses sentimentos ruins de maneira inconsciente. É aí que está o “segredo”.

O aspecto inconsciente

É fundamental darmos atenção e foco ao aspecto inconsciente de nossas vidas. Muitas vezes, repetimos padrões de comportamento, situações e sentimentos, sem que isso esteja em nosso controle. Naturalmente, o sofrimento vem, seja em forma de raiva, de frustração, apego, exaustão ou o que for.

O exercício da meditação é um dos grandes pilares para compreendermos tanto o lado consciente quanto o inconsciente da mente. Ao conhecê-la por completo, torna-se mais fácil tomar decisões no dia a dia para buscar mais felicidade e contentamento com a vida.

Múltiplas formas de felicidade

É importante ressaltar que o que significa felicidade para você, não necessariamente significa para o outro. Apesar de estarmos unidos na experiência da existência, somos seres complexos e muito específicos.

Cada pessoa possui uma criação, uma trajetória, um contexto diferente. Citando novamente a meditação, por exemplo, é preciso compreender que alguns indivíduos podem se identificar mais com a prática dela e outros menos. E está tudo bem. Ela é apenas uma entre os infinitos caminhos e formas de ser feliz.

Crenças coletivas e individuais

Desde pequenos, nossos pais e o contexto social em que vivemos passam para nós uma série de interpretações, em relação ao que é o mundo e o que é a vida. Essas impressões transformam-se, ao longo do tempo, nas crenças que nós mesmos temos sobre nós mesmos e sobre o externo.

No entanto, apesar de sermos formados por essa multiplicidade de crenças, temos o direito de escolha sobre como vamos vivê-las e, principalmente, transformá-las. É por isso que temos o livre-arbítrio, para continuamente decidirmos ser a melhor versão de nós mesmos. E esse é um exercício diário.

Responsabilidade pela nossa felicidade

Dentro dessa visão, portanto, somos nós que somos inteiramente responsáveis pelo rumo da nossa vida.

Quando você busca o autoconhecimento, seja da maneira que for, e entende que sua consciência tem esse direito de escolha entre a felicidade e o sofrimento, não há lugar para vitimismo, para culpar o destino ou o carma.

Ser feliz é um treinamento do dia a dia de todos nós. Viver e crescer implica transformar-se constantemente, errar, voltar atrás, arrepender-se, agradecer, chorar, rir, acertar e orgulhar-se de si mesmo. É assim para todo mundo. Portanto, faça a escolha de levar a vida com leveza!

Interessou-se pelo tema? Temos outros textos relacionados à felicidade. Acesse nosso site!

Como a prática da felicidade pode trazer benefícios para os seus relacionamentos?

Você já questionou sobre a origem científica da felicidade? Pois bem, por mais que não tenhamos sempre isso em mente, é interessante saber que, como tudo que acontece em nosso organismo, a felicidade tem também uma resposta física. Uma pesquisa feita por finlandeses, intitulada “Bodily maps of emotions” conseguiu dados interessantes.

Com 701 pessoas participantes da pesquisa, foram feitos alguns testes e ao final do processo, constataram que a felicidade é a emoção que gera maior resposta no corpo. Todo organismo responde de forma positiva a essa emoção. A felicidade praticada de forma constante, então, é capaz de nos transformar, inclusive em nossos relacionamentos.

Saiba mais sobre a felicidade e como ela é uma prática que beneficia seus relacionamentos!

A felicidade contagia as pessoas

Não é preciso muita experiência de vida para termos histórias nas quais a felicidade de alguém provocou em nós um efeito positivo. Isso, porque esse estado emocional potencializa a nossa motivação, dentre outras emoções, e pode ser capaz de “contaminar” aqueles que estão ao redor.

Somos o resultado das características das pessoas que nos são mais próximas. Por isso, sabendo que temos o potencial de acrescentar esses bons sentimentos e gerar melhores ações, devemos cultivar e espalhar essa felicidade. As redes sociais são um ótimo exemplo, pois as publicações têm o poder de mobilizar as pessoas, principalmente as mais positivas.

Pessoas felizes são mais positivas

Os relacionamentos, principalmente amorosos, não costumam resistir aos climas negativos. Em outras palavras, pessoas muito negativas ou infelizes, não despertam no outro a vontade de estar perto. Lembrando que falamos sobre a felicidade como uma prática, não de cultivar a aparência de casal feliz e ignorar os problemas.

Normalmente, a emoção da felicidade, como já mencionamos, produz no ser humano um estado de maior satisfação, que inclusive contamina as pessoas ao redor. As consequências são: maior facilidade em manter relacionamentos amorosos, principalmente pela positividade e facilidade de conviver com o outro.

A felicidade produz maior tolerância

Quem nunca ouviu aquela velha frase “Pessoas felizes não incomodam”, trazendo para a nossa ideia de felicidade, como algo de base científica, podemos entender que as pessoas que buscam praticar a felicidade vivem melhor com elas mesmas e com as outras pessoas. As consequências são: um indivíduo grato pelo que possui, motivado a buscar melhores coisas e também mais tolerante.

Quando nos tornamos mais tolerantes, por consequência adquirimos habilidades para lidar com o outro. Assim, seja qual for o contexto, familiar, profissional, amoroso, os nossos relacionamentos serão muito mais simples de conduzir. Já que o nosso temperamento nos permite entender o outro e lidar com ele.

Esses são os benefícios que a prática da felicidade pode trazer para os nossos relacionamentos. Quando melhoramos os relacionamentos, conseguimos melhorar também quem somos e o que fazemos. Por isso, busque entender mais sobre a ciência por trás da felicidade e todas as possibilidades de aprendizado que vem com ela. Muito mais do que incentivar emoções positivas, encarar a felicidade por esse viés possibilita a aquisição de maior qualidade de vida.

Felicidade: por que ela é importante para a produtividade dos meus funcionários?

Existe uma frase, famosa no meio corporativo, que diz: “Funcionário feliz produz mais!”. É verdade, mas parece que são poucas as empresas que realmente acreditam nisso. Poucos gestores sabem que a felicidade não só é importante para a produtividade dos funcionários como também dá lucro.

Por isso, criar medidas para elevar a felicidade dos colaboradores não deve ser visto como uma obrigação. Seu negócio depende disso.

Por que investir em felicidade?

Muitas empresas não investem na felicidade do funcionário porque focam o cliente. Priorizá-lo não é errado, evidentemente. No entanto, o funcionário também não fica satisfeito apenas por receber o salário em dia, como muitos administradores pensam.

Seu colaborador quer estar feliz com o trabalho e sentir que existe uma razão para ele estar ali ajudando a empresa. Quando você investe nisso, ele trabalha melhor e se sente motivado por fazer parte de algo grande. Com isso, desempenha melhor suas funções, e toda a empresa ganha. No final dessa cadeia de motivação está seu cliente.

Então, a regra é básica: funcionários satisfeitos significam clientes satisfeitos. Invista na felicidade não apenas porque deseja todo mundo sorrindo. Invista para sua empresa crescer.

Como deixar meus funcionários mais felizes?

Trate cada um como único.

O dia a dia irá demonstrar para você as motivações dos profissionais. Você saberá o que cada um dos seus colaboradores busca. Com isso, poderá tratar todos como pessoas únicas e assim trabalhar para sua felicidade particular.

Crie um clima agradável

O clima diz tudo sobre sua empresa. Para mantê-lo agradável, as relações entre todos devem fluir bem. Pense nas razões que fazem um grupo de amigos se dar bem: respeito, tolerância, bom humor, empatia. Tente transportar essas relações para o trabalho e todos vão se sentir satisfeitos e felizes no ambiente profissional.

Trate as pessoas como iguais

Um líder não olha de cima para baixo. Pelo contrário, entende que a diferença de status existe para a organização interna. No plano social, ele está em um nível igual ao de todos os outros trabalhadores, como um “pagador de impostos”. Por isso, olhe e trate a todos como iguais, ainda que seu cargo imponha mais responsabilidades.

Benefícios e recompensas

O trabalhador funciona bem quando sente que seu trabalho está sendo recompensado de maneira justa. Não se trata apenas de dinheiro, mas de relações, feedback e benefícios.

Converse com todos e saiba recompensar quando alguém faz algo bom. As pessoas gostam de receber elogios, principalmente se eles vêm de pessoas que tentam agradar. Por isso, sempre dê feedback e reconheça o trabalho bem-feito. Saiba recompensar seu colaborador, e ele estará mais feliz.

Crie eventos

Festas, encontros, palestras divertidas e eventos tiram a dureza da rotina e motivam os funcionários. Contratar humoristas para se apresentar fará com que o trabalho seja relacionado à alegria.

A felicidade é uma constante na nossa vida, e bom humor no trabalho é uma tendência que tem mostrado resultado.

Caso esteja interessado em levar felicidade para sua empresa e aumentar a produtividade dos seus funcionários, acesse o site e conheça meu trabalho!

Afinal, é possível alcançar a tão sonhada felicidade no ambiente de trabalho?

Qual o seu grande objetivo de vida? Uma resposta é praticamente unânime: ser feliz. E quando falamos de felicidade, normalmente, pensamos em nossas relações familiares e amorosas. Já reparou como pouco associamos felicidade com o nosso ambiente de trabalho? Para alguns, isso soa como utopia, como se o trabalho fosse uma mera questão de sobrevivência.

A verdade, é que o mercado de trabalho se transformou completamente, a economia está instável e está cada vez mais difícil conseguir emprego na própria área. Diante deste cenário, é possível alcançar a tão sonhada felicidade no ambiente de trabalho? Quais são os fatores determinantes para que esta utopia se transforme em realidade? É o que você vai entender na sequência do artigo.

Onde está o prazer?

Você, certamente, já ouviu alguém dizer (ou talvez seja essa pessoa), que passa mais tempo no trabalho do que na própria casa. Essa é a realidade de muitos brasileiros. Entretanto, essa quantidade de horas trabalhadas é quase inversamente proporcional à produtividade ou mesmo à satisfação pessoal do indivíduo.

Em linhas gerais, estamos vivendo cada vez mais em função dos fins de semana. Cinco dias de estresse precisam ser suportados para desfrutar de dois dias inteiros de alívio e satisfação pessoal. Mas será que isso precisa ser uma regra?

É bem verdade que a falta de prazer no trabalho está ligada a diversos motivos. Em primeiro lugar, está cada vez mais difícil encontrar empregos na própria área. Mais difícil ainda é encontrar um trabalho que proporcione estabilidade, sobretudo, na questão financeira.

Essa sobrecarga está cada vez mais em evidência. De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 30% dos trabalhadores em uma escala global sofrem de depressão, o “mal do século”, transtornos de ansiedade ou estresse.

Via de mão dupla

Não pense que a preocupação com a felicidade no trabalho é unicamente do empregado. Os empregadores estão cada vez mais atentos a essa questão, afinal, sabe-se que um trabalhador infeliz é um trabalhador improdutivo. Mais do que isso, este fator também contribui diretamente para o aumento da rotatividade, absenteísmo e afastamento por acidente e doenças.

As medidas para contribuir com a saúde mental desses indivíduos variam de acordo com a dinâmica de cada organização, desde recompensas financeiras até atividades mais leves, que aproximam o máximo possível o ambiente do trabalho do seu próprio lar.

Da para ser feliz no trabalho?

Acredite, trabalho e felicidade não são incompatíveis.

Mas para que exista felicidade no trabalho, muitos fatores devem convergir. Claro, fazer o que ama é algo que pode impulsionar esse sentimento. Mas isso não é tudo.

Ser feliz no trabalho também exige autoconhecimento. Quais são minhas competências e habilidades? Como alinhar minhas expectativas com a missão e os valores da empresa para a qual eu trabalho?

A felicidade no trabalho também dependerá estritamente da sua felicidade na vida pessoal. E ser feliz, tanto no trabalho quanto na vida, exige resiliência, inteligência emocional e outros aspectos. Logo, antes de sentir felicidade, é preciso aprender a ser feliz.